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CRÓNICA DO PAÍS RELATIVO VOL I E II | FERNANDO PAULOURO NEVES

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«Crónica do País Relativo – Portugal, minha questão», do jornalista e escritor Fernando Paulouro Neves. Apresentaram  a obra Mário Soares e o jornalista António Valdemar.

«Crónica do País Relativo – Portugal, minha questão», volumeI, editado pela A23 edições, é o novo livro de Fernando Paulouro Neves e reúne uma antologia de crónicas publicadas no “Jornal do Fundão”, nos últimos dezanos. O livro inclui mais de 300 crónicas publicadas pelo autor nos últimosanos.

No prefácio, assinado por Baptista Bastos, pode ler-se:”Fernando Paulouro é um dos grandes jornalistas portugueses, e o seu texto avulta como a associação perfeita do modelo clássico com a imagem devanguarda(…) e se há um jornalista que mereça a nossa confiança inabalável,esse é Fernando Paulouro. Num país que se move sob as mais atrozessuperstições, onde analfabetos irrecuperáveis são directores de Imprensa ou ministros de todas as pastas, e no qual muitos «jornalistas» se transformaramem recoveiros do Poder, é sempre com júbilo e, amiúde, com emoção, que assisto à trajectória moral e rigorosamente profissional de Fernando Paulouro.

Fernando Paulouro Neves é natural do Fundão, onde nasceu em1947. Foi chefe de redacção do Jornal do Fundão e é, actualmente, seu Director.Tem colaboração diversa em jornais e revistas, prefaciou livros de ensaio, poesia e de ficção e participou em obras coletivas sobre questões da realidadetransfronteiriça, Pertenceu, por diversas vezes, à direcção do Sindicato dosJornalistas e ao Conselho Deontológico, animou debates e participou emconferências, fez parte da Comissão Organizadora das Jornadas da Beira Interiore da Raia Sem Fronteiras. Escreveu, com Daniel Reis, “A Guerra da Mina e osMineiros da Panasqueira”, é autor do texto dramático “O Foral: tantosRelatos/Tantas Perguntas”, e de um outro “Era uma vez Cerinéu…”. Encontra-serepresentado no volume “Identidades Fugidias”, coordenado pelo Prof. EduardoLourenço e na antologia “A Mãe na Poesia Portuguesa”, organizada por AlbanoMartins. Publicou o livro de ficção “Os fantasmas não fazem a barba” e “Amaterna casa da Poesia – sobre Eugenio de Andrade”.(ensaio) e recentemente oconto “Os Olhos do Medo”. Dirigiu e colaborou em variadíssimos Suplementosliterários, presidiu ao Teatro das Beiras. Desde 2012 faz parte dos corpossociais da fundação Manuel Cargaleiro.

PAI, LEVANTA-TE, VEM FAZER-ME UM FATO DE CANELA |MANUEL DA SILVA RAMOS

Imagem69 Manuel da Silva Ramos junta mais um romance à sua biografia de escritor: “Pai, levanta-te, vem fazer-me um fato de canela!”. Mais uma facto-ficção a somar ao “Café Montalto”, muito justamente considerado obra maior do escritor. “ Pai, levanta-te, vem fazer-me um fato de canela! “ é uma comovente homenagem do escritor Manuel da Silva Ramos ao pai, conhecido alfaiate do Refúgio, que morreu em 2005 vítima de doença neurodegenerativa.

Tema: Ficção

FERNANDO PAULOURO| CRÓNICA DO PAÍS RELATIVO

Imagem67Nasceu no Fundão, em 1947. Jornalista, tem colaboração dispersa por vários jornais e revistas, foi chefe de Redacção do “Jornal do Fundão”, onde fez a sua vida profissional e onde foi seu director. Fez parte da direcção do Sindicato dos Jornalistas e do Conselho Deontológico, animou debates e participou em conferências e integrou a comissão organizadora das Jornadas da Beira Interior e da Raia Sem Fronteiras. Escreveu, com Daniel Reis, “A Guerra da Mina e os Mineiros da Panasqueira”, os textos dramáticos “O Foral: Tantos Relatos/Tantas Perguntas” e “Era uma vez Cerinéu…”. Encontra-se representado em livros colectivos e antologias, designadamente nos volumes “Identidades Fugidias”, coordenado pelo Prof. Eduardo Lourenço, e “A Mãe na Poesia Portuguesa”, organizado pelo poeta Albano Martins. É autor de “Os Fantasmas Não Fazem a Barba” (ficção), “A Materna Casa da Poesia. Sobre Eugénio de Andrade (ensaio), “Os Olhos do Medo” (conto), “Crónica do País Relativo – Volume I” (crónica). Dirigiu e colaborou em variadíssimos suplementos literários, presidiu ao Teatro das Beiras. Pertence aos corpos sociais da Fundação Manuel Cargaleiro. Desde 2013, faz parte do Conselho Geral da Universidade da Beira Interior.

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